Por aprendi desde cedo o poder da música boa, com o rádio no ombro, bem no meio da praça andando de bicicleta com o senhor...rs!
domingo, 14 de agosto de 2011
Para o meu pai...
Porque não importa a hora, Scorpions sempre é bom!!!rs...
Por aprendi desde cedo o poder da música boa, com o rádio no ombro, bem no meio da praça andando de bicicleta com o senhor...rs!
Por aprendi desde cedo o poder da música boa, com o rádio no ombro, bem no meio da praça andando de bicicleta com o senhor...rs!
Movida pelo som - Number #1
Compositor: Bob Dylan I Produtor: Tom Wilson I Lançamento: Julho/1965. Columbia
12 semanas; n° 02 no TOP 100 Norte-Americano
12 semanas; n° 02 no TOP 100 Norte-Americano
"Eu compus. Não fracassei. Era direta." Bob Dylan
Não existe forma mais franca de falar desta música do que citar a frase célebre do compositor. Maior pedra na consciência que alguém poderia te dar ao som de rock and roll. Não precisa ser especialista, não precisa de revista, nem de uma aula de história da música ou até mesmo saber inglês.
Basta carregar o vídeo e parar para escutar...
Estou falando de Like a Rolling Stone - Bob Dylan
Uma letra forte, controversa. Que foi contra tudo o que a indústria pregava. Nenhuma outra música transformou tanto as leis comerciais e os "tratados " artísticos do seu tempo ou melhor até hoje. Com um fundo de Folk poderoso, uma generosa dose de Gospel e moldada ao bom e velho jeito durão de Dylan, Like a Rolling Stone é muito mais do que mais uma em repertório de músicas para se ouvir antes de morrer... é passagem obrigatória para o além do rock!!
Thanks, Dylan!
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Eu nunca fui de Poesia...
Mas é engraçado como as coisas podem mudar...
Os Três Mal-Amados - João Cabral de Melo Neto
Joaquim:
O amor comeu meu nome, minha identidade, meu retrato. O amor comeu minha certidão de idade, minha genealogia, meu endereço. O amor comeu meus cartões de visita. O amor veio e comeu todos os papéis onde eu escrevera meu nome.
O amor comeu minhas roupas, meus lenços, minhas camisas. O amor comeu metros e metros de gravatas. O amor comeu a medida de meus ternos, o número de meus sapatos, o tamanho de meus chapéus. O amor comeu minha altura, meu peso, a cor de meus olhos e de meus cabelos.
O amor comeu meus remédios, minhas receitas médicas, minhas dietas. Comeu minhas aspirinas, minhas ondas-curtas, meus raios-X. Comeu meus testes mentais, meus exames de urina.
O amor comeu na estante todos os meus livros de poesia. Comeu em meus livros de prosa as citações em verso. Comeu no dicionário as palavras que poderiam se juntar em versos.
Faminto, o amor devorou os utensílios de meu uso: pente, navalha, escovas, tesouras de unhas, canivete. Faminto ainda, o amor devorou o uso de meus utensílios: meus banhos frios, a ópera cantada no banheiro, o aquecedor de água de fogo morto mas que parecia uma usina.
O amor comeu as frutas postas sobre a mesa. Bebeu a água dos copos e das quartinhas. Comeu o pão de propósito escondido. Bebeu as lágrimas dos olhos que, ninguém o sabia, estavam cheios de água.
O amor voltou para comer os papéis onde irrefletidamente eu tornara a escrever meu nome.
O amor roeu minha infância, de dedos sujos de tinta, cabelo caindo nos olhos, botinas nunca engraxadas. O amor roeu o menino esquivo, sempre nos cantos, e que riscava os livros, mordia o lápis, andava na rua chutando pedras. Roeu as conversas, junto à bomba de gasolina do largo, com os primos que tudo sabiam sobre passarinhos, sobre uma mulher, sobre marcas de automóvel.
O amor comeu meu Estado e minha cidade. Drenou a água morta dos mangues, aboliu a maré. Comeu os mangues crespos e de folhas duras, comeu o verde ácido das plantas de cana cobrindo os morros regulares, cortados pelas barreiras vermelhas, pelo trenzinho preto, pelas chaminés. Comeu o cheiro de cana cortada e o cheiro de maresia. Comeu até essas coisas de que eu desesperava por não saber falar delas em verso.
O amor comeu até os dias ainda não anunciados nas folhinhas. Comeu os minutos de adiantamento de meu relógio, os anos que as linhas de minha mão asseguravam. Comeu o futuro grande atleta, o futuro grande poeta. Comeu as futuras viagens em volta da terra, as futuras estantes em volta da sala.
O amor comeu minha paz e minha guerra. Meu dia e minha noite. Meu inverno e meu verão. Comeu meu silêncio, minha dor de cabeça, meu medo da morte.
As falas do personagem Joaquim foram extraídas da poesia "Os Três Mal-Amados", constante do livro "João Cabral de Melo Neto - Obras Completas", Editora Nova Aguilar S.A. - Rio de Janeiro, 1994, pág.59.
segunda-feira, 21 de março de 2011
sábado, 19 de março de 2011
Movida pelo Som - As 500 internacionais
Vou começar uma jornada que pode mudar o meu ponto de vista em relação a música ou talvez revele um dos meus vícios mais profundos...
Movida pelo som... ^^
Antes vou deixar claro que esta seleção foi feita pela revista Rolling Stone e publicada em um especial que foi lançado este ano, embora os comentário sejam meus e de alguns convidados!!
Vamos de deixar de enrolação....
Mãos à obra!
Movida pelo som... ^^
Antes vou deixar claro que esta seleção foi feita pela revista Rolling Stone e publicada em um especial que foi lançado este ano, embora os comentário sejam meus e de alguns convidados!!
Vamos de deixar de enrolação....
Mãos à obra!
quarta-feira, 2 de março de 2011
Vida?!
Antes de qualquer coisa... carrega este som...
Pois é com este som que damos inicio a mais um ano... regado a rock e com muita cerveja de preferência ou vice e versa, de qualquer forma este ano é muito diferente dos demais e eu nem tenho como explicar o tanto de mudanças que aconteceram... são 2 meses que equivalem a mais de cinco.
E simplismente minha zona de conforto se foi e mesmo assim eu sobrevivi e até que me sai bem... muito melhor do que imaginava....
Hoje só isso... continua ouvindo som cara é muito bom... descobri que eu gosto mais de música de que qualquer outra coisa... e estou aprendendo o amor ao Rock...
Pois é com este som que damos inicio a mais um ano... regado a rock e com muita cerveja de preferência ou vice e versa, de qualquer forma este ano é muito diferente dos demais e eu nem tenho como explicar o tanto de mudanças que aconteceram... são 2 meses que equivalem a mais de cinco.
E simplismente minha zona de conforto se foi e mesmo assim eu sobrevivi e até que me sai bem... muito melhor do que imaginava....
Hoje só isso... continua ouvindo som cara é muito bom... descobri que eu gosto mais de música de que qualquer outra coisa... e estou aprendendo o amor ao Rock...
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Quero minha internet de voltaaaaaa!!
Blog em pausa.... sem tempo determinado para voltar... sem net em casa....
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